A cebola Akamaru é cultivada há mais de sete anos no Cerrado Central brasileiro, mais exatamente na área do Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF) e na região do município de Cristalina (GO).
Foi, porém, nos últimos cinco anos que o produto do portfólio de cebolas da Seminis passou a ser trabalhado comercialmente nesses locais, apresentando significativo aumento na participação ano após ano.
De acordo com Wanderson Mizael, Representante Técnico de Vendas da Seminis para a região, a cebola Akamaru tem uma janela de semeio muito clara e amplamente testada nessa região, com um posicionamento de segurança no período de 15 de março à 30 de abril.
“Produtores já habituados com a Akamaru, e que têm segurança em seu manejo, estendem até a primeira quinzena de maio. Essa janela, aliada à alta adaptabilidade à nossa região, permite que o híbrido expresse todo o seu potencial genético, indo muito além da alta produtividade – que fica acima de 100 ton./ha – e entregando um produto final de ótima classificação e excelente pós-colheita”, declara.
As qualidades da Akamaru fizeram crescer sua popularidade na região. Tanto que, hoje, o material está presente em praticamente todos os planejamentos de semeio dos produtores que trabalham com cebolas do semeio “do tarde” (como é conhecida esta época de plantio).
“De maneira geral, todos os produtores que já experimentaram este híbrido sabem da confiabilidade e estabilidade do material em sua janela de semeio.
Ou seja, a segurança e os resultados, fazem com que tenha forte aceitação”, reforça Mizael.
O RTV da Seminis menciona mais um diferencial importante da Akamaru perante o mercado brasileiro de cebolas híbridas. Além da elevada produtividade, na região do PAD-DF, ela tem apresentado boa tolerância ao adensamento de plantas, excelente uniformidade de maturação e excepcional classificação.
“Ainda na safra do ano passado, áreas com produtividade acima de 100 ton./ha apresentaram classificação de 85% caixa 3”, informa Mizael.
Também podem ser citados como diferencial a formação de casca de excelente coloração e qualidade, o que funciona como um apelo à mais na comercialização. “O pós-colheita provê o produtor e o comercializador de uma ferramenta muito desejável, minimizando riscos de perdas físicas e financeiras no momento da venda”, diz o RTV.
Rodrigo Ribeiro, gerente de produção na Agrícola Wehrmann, em Cristalina (GO), revela que um dos empreendimentos do grupo, a Fazenda Santa Bárbara, dedicou, neste ano, 25% dos campos de cultivo de cebolas à Akamaru.
Esta é a primeira vez que ele acompanhará a colheita, a ser feita em agosto, mas já conhece as vantagens do produto.
“A Akamaru é um dos híbridos mais interessantes com os quais temos trabalhado nos últimos anos. O material se encaixou muito bem nessa janela tardia e tem demonstrado alta performance. Por isso, reservamos 100 hectares para a Akamaru, quando fizemos o plantio em janeiro deste ano”, afirma ele.
Ribeiro também destaca a boa estabilidade de plantio e a excelente formação de cascas. “É uma cebola bonita e resulta na melhor caixa 3 desse tipo de híbrido, além de oferecer alto rendimento”, conclui o gerente de produção.
Plantio de Akamaru na região de Cristalina – GO.