Em cenários de maior variabilidade climática e pressão de pragas e doenças, a escolha de materiais adaptados pode contribuir para sistemas de produção mais resilientes e eficientes.
Quando se fala em produtividade, muitas vezes o foco recai sobre fatores como clima, manejo ou disponibilidade de água. Mas existe outro elemento que influencia diretamente o desempenho da lavoura e começa muito antes do plantio: a escolha da genética.
Materiais desenvolvidos para diferentes condições de clima, solo e pressão de pragas e doenças podem contribuir para sistemas produtivos mais resilientes quando utilizados em conjunto com manejo adequado e monitoramento contínuo.
Afinal, se não é possível controlar o clima, o que está ao alcance do produtor?
Uma das respostas está na combinação entre genética, manejo e monitoramento. A escolha de cultivares e porta-enxertos alinhados às condições da propriedade pode ajudar a aumentar a capacidade de adaptação do sistema produtivo frente aos desafios do ambiente.
Essa estratégia se torna especialmente relevante em regiões onde temperaturas elevadas, doenças, pragas ou condições específicas de solo exigem maior atenção. Por isso, a Bayer Seminis desenvolve materiais voltados para diferentes realidades de produção, buscando oferecer alternativas adaptadas aos desafios encontrados no campo.
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Explore as soluções desenvolvidas para diferentes culturas, ambientes e desafios de produção e descubra como a genética pode contribuir para uma estratégia agrícola mais robusta e preparada para as variabilidades do campo.
Entre as soluções apresentadas estão as couves-flores tropicais Verona, Veneza e Barcelona, desenvolvidas para ambientes tropicais e temperaturas elevadas, com características relacionadas ao vigor das plantas, proteção foliar, qualidade de cabeça e estabilidade produtiva.
No segmento de cenouras tropicais, os materiais EX4098, SV7390DT e Laura foram desenvolvidos para oferecer raízes uniformes e de alta qualidade, com bom desempenho em temperaturas elevadas e resistência a importantes doenças da cultura.
O portfólio também contempla melões Gália, com destaque para as variedades DRG3228 e SVS224MG, que apresentam resistência à mosca-minadora, praga cuja incidência pode ser favorecida em condições de temperaturas mais altas.
No tomate indeterminado redondo, a variedade ComandanTY reúne alto potencial produtivo, vigor de plantas, qualidade de frutos e resistências genéticas importantes para o cultivo. Já os porta-enxertos para tomate Shincheonggang, Gumgang e SVTX6258 foram desenvolvidos para proporcionar maior vigor radicular, tolerância a doenças de solo e melhor absorção de água e nutrientes.
Para o Nordeste, o material destaca a variedade TY2006 de tomate determinado, adaptada a condições de calor e com resistência intermediária a geminivírus. Entre os pimentões, as opções Landau, Supremo e SV1634PH combinam diferentes resistências a vírus, além de doenças como Xanthomonas e Phytophthora. O porta-enxerto Argemiro, por sua vez, é indicado para contribuir com a resiliência do sistema radicular em condições desafiadoras de solo.
As cebolas de dia intermediário para o Nordeste também fazem parte das soluções apresentadas. Campo Lindo foi desenvolvida para semeaduras a partir de julho, enquanto Codal apresenta bom desempenho em temperaturas elevadas e maior umidade durante o desenvolvimento e a colheita, sendo indicada para semeaduras a partir de novembro.
Mas a genética, sozinha, resolve todos os desafios?
O potencial dos materiais depende de sua integração com boas práticas agronômicas. Irrigação, nutrição equilibrada, controle fitossanitário, monitoramento climático e manejo integrado continuam sendo fundamentais para extrair o melhor desempenho da lavoura.
Nesse contexto, a genética passa a ser uma ferramenta dentro de uma estratégia mais ampla. Quando associada ao conhecimento da área, ao planejamento da janela de plantio e ao acompanhamento constante das condições de produção, pode contribuir para benefícios como maior estabilidade produtiva, melhor qualidade dos produtos, uso mais eficiente dos recursos, maior tolerância a estresses e maior previsibilidade para o planejamento agrícola.
A jornada para uma agricultura mais resiliente não começa apenas no plantio. Ela começa na análise das condições da propriedade, passa pela escolha dos materiais mais adequados e continua ao longo de todo o ciclo produtivo. Em outras palavras, escolher bem também faz parte da estratégia.
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Combinando genética, conhecimento técnico e informações confiáveis, a Bayer Seminis apoia produtores na construção de sistemas produtivos mais resilientes, sempre com foco em decisões bem fundamentadas e alinhadas às necessidades de cada região.
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e foi elaborado com base nas informações apresentadas no infográfico. Os materiais mencionados foram desenvolvidos para diferentes condições de cultivo e podem contribuir para a resiliência dos sistemas produtivos quando associados ao manejo adequado. O desempenho de cultivares e porta-enxertos depende de diversos fatores, incluindo clima, solo, disponibilidade de água, nutrição, manejo e pressão de pragas e doenças. As informações apresentadas não constituem garantia de resultados agronômicos, produtividade ou retorno econômico.